Resumo histórico do Espiritismo no Espírito Santo

(material compilado do livro FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO – um olhar sobre a história, organizado por Edmar Reis Thiengo e publicado em 2011 por ocasião das comemorações dos 90 anos da FEEES)

A história do Espiritismo no Espírito Santo data do final do século XIX e início do século XX. Relatos orais dão conta de que, por volta de 1890-1900, já existiam no estado grupos familiares reunindo-se, para estudo das novas vindas do mundo espiritual. Por outro lado, as primeiras sociedades espíritas organizadas datam de 1902 e, de acordo com anotações de Euphrásio Ignácio da Silva, em 1904, a convite da FEB, o estado do Espírito Santo se fez representar no Distrito Federal, por ocasião das festas comemorativas pelo centenário de nascimento de Allan Kardec.

A exemplo do que ocorreu nas demais unidades federativas, os primeiros centros espíritas capixabas nasceram em núcleos familiares espalhados pelos municípios, e os seus dirigentes eram, quase sempre, os próprios chefes das residências onde os núcleos funcionavam. É comum encontrarmos, ainda hoje, alguns grupos de estudos espíritas que se estruturam dessa forma no interior do estado.

A sociedade se movimenta em torno dos grupos que se dispõem a estudar e discutir tais novidades. Os estudos tomam corpo, e as pessoas fortificam suas convicções, gerando a necessidade da criação de núcleos organizados para a difusão das novidades vindas da Europa, novidades essas que poderiam ampliar a visão do Criador e da criatura. Centros Espíritas foram criados e, em seguida, foi fundada a Liga Espírita de Vitória, que assumia a função de orientar a organização e o funcionamento de tais grupos.

A fundação da Liga Espírita de Vitória é um marco na história do Espírito Santo, estabelecendo o início de uma era de novas possibilidades para os capixabas. O Espírito Santo entra, com mais estrutura, no cenário das discussões dos assuntos de ordem espiritual, facultando aos seus habitantes mais oportunidades de contato com a Terceira Revelação. A chegada do Espiritismo na Capital do Estado permite a autoridades locais se interessarem pela novidade, não apenas pela curiosidade de buscar algo novo, mas pela possibilidade de conhecer uma doutrina que pudesse explicar o até então inexplicável.

A Liga Espírita de Vitória teve seu ponto de partida, de acordo com relatos do Senhor Euphrásio Ignácio da Silva, datado de 28 de fevereiro de 1921, em reuniões realizadas nos meses de janeiro e fevereiro, em uma das salas do sobrado do Ginásio São Vicente de Paulo, na cidade de Vitória, capital do estado. Houve duas reuniões – uma em cada mês - para se estabelecerem as bases da fundação de uma sociedade espírita, cujo programa, além do estudo e da divulgação da doutrina, visasse ao congraçamento de todas as sociedades espíritas do estado do Espírito Santo. Participaram dessas reuniões os seguintes companheiros: Aristóbulo Barbosa Leão, Augusto Guilherme de Carvalho, Euticiano da Silva Quintaes, Euphrásio Ignácio da Silva, D. Leopoldina Pacheco e D. Auta Loureiro Machado.

É importante ressaltar que assinaram a ata de fundação da Liga Espírita de Vitória nomes importantes para o Movimento Espírita de nosso Estado. Dentre esses, destacamos: Auta Loureiro Machado, que empresta hoje seu nome ao Avedalma (Lar de Idosos localizado em Cariacica, sede) e Leonor dos Passos, que também empresta seu nome ao Grupo localizado em Cobilândia, bairro de Vila Velha, além do ilustre professor Aristóbulo Barbosa Leão que, pelas suas contribuições na área educacional em Vitória, tem hoje seu nome ligado a uma escola municipal de Vitória.

Ainda com a denominação primitiva de Liga Espírita de Vitória, a Sociedade, para dar fiel cumprimento ao seu programa, fez sua proposta de filiação à Federação Espírita Brasileira, em maio de 1923. Nesse momento, ainda sob a presidência do Manoel Carlos de Oliveira Guimarães. Essa filiação foi ratificada em 27 de julho de 1925, sob a denominação de Federação Espírita do Estado do Espírito Santo (FEEES), sendo concedida pela Casa Máter, figurando esta Federativa no novo quadro das Sociedades Adesas sob o número 14, como consta em respectivo certificado expedido pela Diretoria da FEB. A ratificação da filiação deve-se ao fato de que, somente em 1925, sob o comando de Luiz Barreto, foi aprovada a adesão das Federativas à FEB, pois, até então, oficialmente, somente as Casas Espíritas podiam fazer sua adesão à Federativa Brasileira.

A década de 30 trouxe consigo a revolução, e o estado não passou ileso às questões nacionais. O Governo Provisório nomeou para o Espírito Santo o capitão João Punaro Bley como interventor federal, assumindo o lugar do então Governador Aristeu Borges de Aguiar. Foi um período de turbulências, tornando-se ainda mais importante a presença de unidade Federativa, para ajudar no equilíbrio espiritual nesse momento pelo qual o estado passava. Percebe-se, claramente, a intervenção do mundo espiritual nesse sentido, pois surgiram, nessa década, novas casas espíritas, principalmente na capital e na região sul.

No ano 1954, a Federação adquiriu personalidade jurídica e, mais tarde, no ano de 1959, registrou-se no Conselho Nacional de Serviço Social, sob nº 58.825/59. Tais registros concederam à FEEES reconhecimento público da seriedade do trabalho realizado, favorecendo a colaboração de diversas entidades.

O intenso trabalho desenvolvido pela FEEES junto aos necessitados, de modo totalmente gratuito, impressionou o Poder Público capixaba, que, pela Lei Estadual 1.649, de 20 de novembro de 1961, declarou-a de Utilidade Pública.

Na década de 60, a FEEES investiu nas atividades que congregassem espíritas e simpatizantes da Doutrina Espírita. As Semanas Espíritas e as Confraternizações de Mocidades ganharam fôlego nesse período. O Espírito Santo recebeu figuras nacionalmente conhecidas: Cecília Rocha, Carlos Imbassahy, Divaldo Pereira Franco, Newton Boechat, Therezinha de Oliveira, Ramiro Viana, entre outros, participaram das Semanas de Kardec, da Semana do Moço Espírita e das COMEES.

Em 1964, o Brasil mergulha em uma ditadura militar, e a FEEES permanece com suas atividades, embora houvesse uma série de dificuldades. As semanas de Kardec continuam, bem como as confraternizações de mocidades.

Com a intensificação das atividades voltadas ao público em geral e, como na década anterior já havia realizado a adesão da maioria das casas existentes no estado, apenas duas instituições fizeram seu pedido de adesão nessa década.

As comemorações do cinquentenário tiveram seu auge com a conferência de Divaldo Pereira Franco, no Ginásio Wilson Freitas, com a presença de autoridades locais e representantes das unidades adesas do estado.

Na década de 70, inicia-se a discussão sobre a nova sede da FEEES. Um terreno foi conseguido na Ilha de Santa Maria e, enquanto se construía a nova sede, a FEEES utilizou espaços do Grupo Espírita Bezerra de Menezes, situado à Rua Marcondes de Souza, imóvel este vendido, posteriormente, ao Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Clotildes.

No mês de julho de 1979, a FEEES realizou a I COJEES – Confraternização de Jovens Espíritas do Espírito Santo (evento que corresponde à VII COMEES). O evento foi realizado na sede da Instituição, recém-inaugurada, visto que foi exatamente no ano de 1979 que a FEEES mudou-se para a Rua Álvaro Sarlo, na Ilha de Santa Maria, onde permanece até a presente data.

Em 1986, Alcino Pereira assumiu a presidência da FEEES, permanecendo até 1992. Nesse período, mantiveram-se as atividades relacionadas ao movimento de juventudes e buscou-se inserir uma nova dinâmica nas atividades de evangelização da criança. As atividades eram realizadas por departamentos diferentes. Permanecia à frente dos trabalhos com a juventude, Jandira Abranches Alcântara, e assumiu a ação junto à infância o confrade Cláudio Carneiro de Miranda. A tônica dos trabalhos eram as visitas às casas, para atender às necessidades locais.

As dificuldades permaneciam, pois as equipes eram formadas por grupos pequenos de trabalhadores, e o trabalho era em quantidade maior do que a disponibilidade dos companheiros. Nesse período, a FEEES, em parceria com a Prefeitura de Vitória, abriu o Albergue Noturno Bezerra de Menezes e, em parceria com o IESBEM, promoveu a evangelização dos adolescentes em conflito com a lei. Foi na gestão de Alcino Pereira, também, que aconteceu a reativação do informativo A Senda, que havia parado de circular por vários anos.

No ano 1992, assumiu a FEEES o professor Júlio David Archanjo, num momento político grave para o país. Foi o ano em que o Presidente Fernando Collor de Mello sofreu o "impeachment", tornando-se inelegível por oito anos consecutivos, mas esse foi um ano promissor para o movimento espírita capixaba, visto que, em 08 de setembro, foi fundada a AME – Associação Médico-Espírita do Estado do Espírito Santo. A reunião que culminou com a fundação da AME aconteceu na sede da FEEES, contando com o apoio de sua Diretoria Executiva. A partir dessa data, uma forte parceria foi estabelecida entre as duas instituições, na busca de realizar atividades de pesquisa e divulgação da Doutrina Espírita.

Outra parceria promissora desse período foi realizada entre a FEEES e a Fespe (Fundação Espírito-Santense de Pesquisa Espírita). Por solicitação do presidente da FEEES, a Fespe, sob a direção de Lamartine Palhano Jr., idealizou o 1º e o 2º Congressos Espíritas do Estado do Espírito Santo, que aconteceram em 1993 e 1995, respectivamente.

Marcelo Paes Barreto assumiu a presidência da FEEES no ano 1995, permanecendo até 2001, ou seja, por duas gestões consecutivas. Deu continuidade ao trabalho iniciado por Alcino e Júlio, manteve os congressos espíritas, os encontros de mocidades, adaptando-os à realidade do momento, e também os encontros de evangelizadores, entre outros eventos.

No ano 2001, assumiu a FEEES a primeira figura feminina da história desta Federativa: Dalva Silva Souza. A administração da casa adquiriu um caráter diferenciado, por várias questões, das quais podemos destacar o fato de que ela conseguiu unir, numa mesma equipe, trabalhadores de diversos momentos da FEEES com experiências diversificadas.

A gestão de Dalva procurou realizar o slogan "A Federação sintonizada com o futuro". Tratava-se, pois, de uma ação que exigia grande dose de perseverança e determinação. Sintonizada com o futuro, a FEEES precisava promover a reforma do Estatuto, o que foi realizado em 2002, momento em que as Uniões Regionais foram transformadas em Conselhos Regionais Espíritas (CRE). Nessa gestão, houve a retomada da publicação do informativo A Senda, que havia parado de circular novamente. O informativo surgiu, renovado em sua configuração, para cumprir sua finalidade de fazer circular as informações em todo o movimento espírita capixaba.

Desse período também, podemos destacar a reforma da sede da Federação com a construção do terceiro andar e ambientação das salas; a organização do auditório; a transformação da livraria, tornando-a viável financeiramente. A gestão de Dalva terminou de forma tranquila e proveitosa, deixando a Federativa em uma situação financeira invejável.

Sucessora de Dalva, Maria Lúcia Resende Dias Faria foi eleita no ano 2007, com o desafio de dar prosseguimento ao modelo administrativo implantado por sua antecessora.  Maria Lúcia permaneceu à frente da Federativa até 2013, pois foi reeleita em 2010, e desenvolveu o máximo esforço para atender às demandas das Casas Espíritas – das mais simples até aquelas que exigiam maior trabalho - não temendo o desafio de laborar, objetivando atender as especificidades de cada região e de cada instituição. Organizou encontros, seminários, congressos e outros eventos, sempre objetivando qualificar trabalhadores para desenvolverem suas atividades no âmbito de suas Instituições, com base nos postulados espíritas e na fraternidade cristã. Igualmente, trabalhou com zelo, pela integridade e melhoria da sede da FEEES, ponto de encontro da família espírita capixaba.

Em março de 2013, Dalva Silva Souza foi novamente eleita para a presidência da FEEES e reafirmou seu empenho pessoal e de toda a sua equipe para a manutenção da dinâmica implementada, cujo objetivo sempre foi o de fortalecer a Unificação do Movimento Espírita.

Nessa gestão, além dos diretores das áreas estratégicas, foram nomeados assessores para atender à ampla demanda das oito diretrizes do plano de trabalho aprovado para o período, em ajustada sintonia com o Plano de Trabalho para o Movimento Espírita Brasileiro (2013-2017) do Conselho Federativo Nacional/FEB, a saber: 1ª. A Difusão da Doutrina Espírita; 2ª. A Preservação da Unidade de Princípios da Doutrina Espírita; 3ª. A Comunicação Social Espírita; 4ª. A Adequação dos Centros Espíritas para o Atendimento de suas Finalidades; 5ª. A Multiplicação dos Centros Espíritas; 6ª. A União dos Espíritas e a Unificação do Movimento Espírita; 7ª. A Capacitação do Trabalhador Espírita; 8ª. A Participação na Sociedade.

Para a gestão 2016 – 2019, Dalva Silva Souza, reconduzida à função de presidente da FEEES, apresentou uma novidade: o Plano de Trabalho, elaborado ao longo do ano de 2015, por uma comissão designada pelo Conselho Federativo Estadual, formada por representantes dos vários Conselhos Regionais Espíritas. Essa comissão confirmou o compromisso do movimento federativo capixaba com as oito diretrizes estabelecidas pelo Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira e elencou 33 ações que contemplam todas as atividades que se realizam nas casas espíritas, para colocar à disposição do público o esclarecimento e o consolo da Doutrina Espírita.

O ano de 2016 se destaca pelo fato de que a FEEES completou 95 anos de atividade, e sua diretoria propôs o slogan "A FEEES somos nós", inscrito no banner comemorativo por essa data especial, indicando que as ações da atual gestão priorizam a aproximação com as casas adesas, construindo o entendimento de que cada trabalhador espírita do estado é um membro da FEEES em ação.

Plano de Trabalho Estatuto Regimento Interno

Presidentes

Período Presidente
1921
(Comissão Diretora Provisória)
Argeo Moraes de Sá
Euphrásio Ignácio da Silva
Euticiano da Silva Quintaes
1922-1925 Manoel Carlos de Oliveira Guimarães

 

1926 Attílio Pisa
1927-1936 Euphrásio Ignácio da Silva
1937 Aristócles Pedrinha de Carvalho
1938 Euphrásio Ignácio da Silva
1939 Aristócles Pedrinha de Carvalho
1940 Euphrásio Ignácio da Silva
1941-1948 Areobaldo Lellis Horta
1948-1952 Dídimo de Moraes
1952-1980 Antônio Lugon
1980-1986 Gélio Lacerda da Silva
1986-1992 Alcino Pereira
1992-1995 Julio David Archanjo
1995-2001 Marcelo Paes Barreto
2001-2007 Dalva Silva Souza
2007-2013 Maria Lúcia Resende Dias Farias
2013-2016 Dalva Silva Souza

Observa-se que Antônio Lugon foi o presidente que esteve por mais tempo à frente dos trabalhos federativos, tendo permanecido nessa função por 28 anos consecutivos. O Dr. Lugon, como era conhecido, empenhou todos os esforços no sentido de fortificar o movimento de Unificação do Movimento Espírita, zelando pela pureza doutrinária. Trabalhou incessantemente tanto no Movimento Estadual quanto no Federal. Destacaram-se, dentre as inúmeras realizações dele, as ações junto à infância e à juventude; a construção da nova sede; a realização das Semanas Espíritas: Semanas de Kardec, Semanas do Moço Espírita, Semana em Homenagem às obras da codificação; as atividades comemorativas pelos 50 anos da Federação. Seus esforços foram tantos e tamanha foi sua luta, apoiando as instituições espíritas nascentes, que os capixabas afirmam que Dr. Lugon está para o movimento espírita capixaba como Wantuil de Freitas está para o movimento espírita brasileiro.

Constituem Órgãos Administrativos da Federação:

Assembleia Geral

A Assembleia Geral (AG), órgão soberano da administração da FEEES, com caráter deliberativo, é constituída, na integralidade do seu quadro social, admitido na forma do Estatuto, pelos representantes da Diretoria Executiva, do Conselho Fiscal (CF) e dos Conselhos Regionais Espíritas (CRE).

Conselho Federativo Estadual

O Conselho Federativo Estadual (CFE) é órgão de caráter deliberativo e normativo, responsável pela sintonia do movimento espírita estadual com as diretrizes do Conselho Federativo Nacional (CFN) da Federação Espírita Brasileira (FEB), com funções de coordenar, orientar e supervisionar o movimento espírita no âmbito do Estado do Espírito Santo, constituído dos membros da Diretoria Executiva, dos Diretores de Departamentos da FEEES e dos representantes dos Conselhos Regionais Espíritas.

Diretoria Executiva

A Diretoria Executiva é um órgão colegiado, de caráter exclusivamente executivo, responsável pela representação da FEEES e do Movimento Espírita do Estado do Espírito Santo, pela sua orientação doutrinária e gestão administrativa e financeira. Possui mandato de três anos (podendo ser reeleita por uma vez consecutiva) e, atualmente, é composta pelo seguinte quadro:

Diretoria Executiva – Administração 2016-2019
Presidente Dalva Silva Souza
Vice-Presidente de Administração Maria Lúcia Resende Dias Faria
Vice-Presidente de Unificação José Ricardo do Canto Lírio
Vice-Presidente de Educação Luciana Moura
Vice-Presidente de Doutrina Alba Lucínia Sampaio

Conselho Fiscal

O Conselho Fiscal (CF) é o órgão encarregado de fiscalizar a gestão econômico-financeira da FEEES.

Conselho Fiscal – Administração 2016-2019
Efetivos Maria de Lourdes da Rocha Neves
 Antonio César Regis Lelis
João Batista Bragança
Suplentes Oswaldo Viola Filho
Darlan Sales Bastos
André Luiz Machado

Conselho Regional Espírita

O Conselho Regional Espírita é órgão administrativo vinculado funcionalmente à Diretoria da FEEES e sem personalidade jurídica própria, formado por representantes dos Associados, conforme disposto no Artigo 33 do Estatuto, com a finalidade de unificar, orientar, coordenar e dinamizar o movimento espírita na sua área de ação e propugnar para que haja, pelo menos, um centro espírita em cada um dos seus municípios.

CRE Coordenador Sede
1º CRE Maria Teresa Antunes Nogueira São Mateus
2º CRE Ideraldo Luiz da Cruz Colatina
3º CRE Sônia Maria dos Santos Vitória
4º CRE Jacqueline de Castro Barros Cachoeiro de Itapemirim
5º CRE Neide Mendes dos Santos Guaçuí
6º CRE Terencia Maria Pereira Vila Velha
7º CRE Regina Maria Xavier Côrtes Serra
8º CRE Zunara Cremasco Tavares Nova Venécia
9º CRE Cosme Perovano Linhares
10º CRE Eudayr Alves Moreira Júnior Santa Tereza
11º CRE Nelio Rodrigues Borges Guarapari
12º CRE Maurício José Fornazier Venda Nova do Imigrante

 

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