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| Histórico |
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De 1923 a 1930, cerca de 10 centros espíritas foram criados no sul do estado e na Capital. De 1931 a 1940, mais onze instituições espíritas se organizaram e se filiaram à FEEES. Nos anos subsequentes, outras dezenas de companheiros, incentivados por esses exemplos, organizaram-se e, fiéis à Doutrina e ao ideal de servir ao próximo, criaram novos Centros Espíritas. No norte do estado, em Colatina, por volta de 1938, havia um grupo familiar de que participavam Pedro Rodrigues Frade, José Furtado Rangel, José Assumpção de Carvalho e Neiobi Augusto Matos, que deu origem, em 1941, ao Centro Espírita "Amor, Renúncia e Trabalho", mais tarde denominado "Deus, Amor, Caridade". Mas foi com a chegada à cidade de Fenelon Barbosa e sua esposa D. áurea (1950), que o movimento ganhou dinamismo e foi criado, em 1953, o Centro Espírita Alexandre Drumond. Cumpre destacar o denodado esforço de Antonio Lugon à frente da FEEES. Dr. Lugon está para o movimento espírita capixaba, como Wantuil de Freitas para o movimento espírita brasileiro, na luta incessante de apoio às instituições nascentes. O Estado do Espírito Santo, no período em que era Presidente da FEEES o companheiro Gélio Lacerda, foi dividido em Uniões Regionais Espíritas (URE), cada URE tinha o objetivo de agrupar as sociedades unificadas localizadas na área de sua jurisdição. A partir da reforma do estatuto, em 2002, as Uniões Regionais foram transformadas em Conselhos Regionais Espíritas (CRE). Reconhecida de utilidade pública pela Lei Estadual de no 1.649, de 20/11/1961, e registrada no Conselho Nacional de Serviço Social sob no 58.825/59, tendo personalidade jurídica adquirida em 1954, a FEEES tem recebido a colaboração e o reconhecimento públicos.
Desde a sua fundação, em 1921, até nossos dias, foram os seguintes os seus presidentes:
Ao longo desses anos, têm sido objetivos da FEEES:
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